Também isto faz parte da imaginação de lunáticos?
Supondo que a redução da população mundial não seja um fim em si mesmo (como muitos acreditam e eu me recuso ainda a supor), não estará a saúde de milhões de pessoas a ser relegada para segundo plano como forma de abrir caminho a milhares de milhões de lucros empresariais?
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4 comentários:
Caro amigo:
Aqueles que se interessam pela acumulação de capital - jogo terrível que origina como se vê mais dependência do que alguma droga superpoderosa - pouco ou, chegada a maré, nada se interessam por esses «danos colaterais». Não olham a meios para alcançarem os seus fins. Na verdade, as leis são para os fracos invocarem, porque eles traçam na prática a sua própria lei. Não ver isto acho que será cegueira. O capital nunca é ou será suficiente para quem o acumula. Como a droga, pede sempre maior dose. Quem estiver plantado no caminho está lixado...
Conclusão: é preciso controlar o monstro se acaso não puder ser derrotado. Para que, finalmente, a Humanidade entre na História (sim, caminhando por quimera!)deixando para trás a barbárie...
Caro Amigo,
Desde já, quero dizer-lhe que estou muito contente por o voltar a ver por aqui. Já me disse porque tem passado menos tempo na blogosfera, portanto ainda lhe agradeço que tenha tido a amabilidade de cá passar.
Concordo que seja o dinheiro (os milhares de milhões) que esteja por trás da maior parte dos grandes problemas da humanidade. E claro que é necessário controlar essa ganância.
A grande questão é: como? A meu ver é necessária uma revolução no sistema educacional e, consequentemente, uma revolução cívica e intelectual (para já nas sociedades ditas mais desenvolvidas e, talvez, depois nos países em desenvolvimento).
Serão precisos grandes Homens, grandes sacrifícios, batalhas em vários campos, excepto no que às armas diz respeito, que disso já temos muito e só piora o que já não é bom.
E é verdade caro Arsénio, lá entramos nós no tema das utopias... Mas antes obter meio objectivo que objectivo algum.
Um grande abraço!
Eu considero que não se deve proibir, nem incentivar o seu uso (do telemóvel ou de outra coisa qualquer). Devemos sim, convencer a usar moderadamente!
Tudo o que é demais faz mal, o que é de menos também poderá prejudicar.
Assim, já que não podemos exigir o 8, também não devemos tolerar o 8. Eu proponho o 45!
Nada de exageros, nada de excessos! Devemos tentar incutir o bom-senso!
Marianne
Olá cara Marianne! Como é bom tê-la de volta!
Concordo com o que escreveu, mas para além disso deviam-se publicitar os estudos sobre o uso contínuo do telemóvel, pois caso contrário para que é que as pessoas vão querer moderar a utilização desses aparelhos?
Um grande abraço.
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