quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O que disse ontem já lá vai...


Rangel apoia Constâncio sem reservas.

É o que se podia ler hoje em vários jornais nacionais.

Ora, o demónio dos últimos meses tornou-se num bom profissional. Aliás, é mais do que apto para desempenhar funções como Vice-Presidente do BCE.

Mas que Rangel é mais um político da politiquice já se sabia...

4 comentários:

Arsénio Mota disse...

Políticos de carreira têm características de políticos de carreira. Decerto por isso sentimos que nos faltam políticos com condições, não para fazerem carreira individual e logo saírem da política, e sim para se manterem em palco, com ideais, valores, causas nobres, princípios e obras a realizar. Pessoas verticais, de carácter firme, ainda que de condição social «franciscana», com orgulho por andarem devagar nos transportes colectivos e não a 120/h na capital conquistada aos mouros...
Mas não nos faltam apenas políticos destes, falta-nos também, aflitivamente, povo capaz de apoiar e, desde logo, exigir o advento de políticos desta valia!
Que fazer? Mais diagnósticos certinhos?
Aceite um abraço.

Fernando Sosa disse...

Depois do diagnóstico há que actuar, mesmo que nem sempre o remédio resulte a 100%, qualquer melhora já será de louvar.

E com humildade lhe pergunto, pois o meu vocabulário e conhecimento ainda estão a anos-luz daquilo que desejo, o que quer dizer com "ainda que de condição social «franciscana»"?

Melhores cumprimentos.

Anônimo disse...

Olá, Fernando.
O tempo está cada vez mais limitado, de modo que às vezes fujo das politiquices e dos políticos "que vivem à grande e à francesa" (= à rica, à farta, à nossa custa!).
No entanto, li o comentário do teu comentador, mais assíduo do que eu! Acho que entendi bem o que ele quis dizer com: "Pessoas verticais, de carácter firme, ainda que de condição social "franciscana" com orgulho..."
Creio que o teu comentador se refere às pessoas honestas, com princípios, com vontade de liderar/governar um país, em vez de se governarem. Quanto à condição social "franciscana", penso que serão pessoas de origem humilde, sem vergonha das suas raízes e sem interesse em enriquecer rapidamenente!
É claro que devagar se vai ao longe, é preciso sim, ser persistente, correcto, honesto e decidir pelo bem comum, neste caso, pelo bem do povo português e do país que já foi um dos "grandes" a nível mundial.
Se a minha opinião estiver errada, peço desculpa, mas é esta a minha interpretação e também a minha convicção!
Marianne

Fernando Sosa disse...

Olá Cara Marianne,

Não se rale com a disponibilidade que tem para vir aqui. Desde que quando apareça seja de boa vontade, já é óptimo!

Obrigado pela ajuda, relativamente à condição social franciscana. Percebe bem mais de Português do que eu e a forma como me tenta esclarecer faz todo o sentido. Resta saber se não existirá mais alguma informação relacionada com tal expressão que o Caro Arsénio Mota queira passar (mas, de facto, penso que é o que apontou).

E não, a sua opinião não me parece mesmo nada errada.

Rememos então juntos e com muita força contra a maré!

Um abraço.